Agostinho professor

Agostinho regressa a sua terra natal como professor de Gramática aos 19 anos. É um bom professor e um excelente maniqueu. Tagaste torna-se pequeno demais para ele e quando morre um amigo íntimo volta a Cartago a ensinar Retórica. Acompanham-no alguns dos seus alunos.

Nestes anos Agostinho lê muito. Também escreve poesia e em vários concursos consegue alguns prémios. Com apenas 26 anos publica o seu primeiro livro.

Mas cansado dos alunos de Cartago dirige-se para Roma onde continua a ser professor, mas os alunos pagam pouco e mal os seus esforços. O seu desejo é triunfar na capital do império, pelo que no ano seguinte, vai para Milão, onde ganha a cátedra de Retórica da casa imperial e desenvolve também a actividade de professor de retórica.

Mónica, sua mãe, vai ter com ele com o desejo de que abandone a seita dos maniqueus e se converta ao cristianismo.

Agostinho sentia, apesar de tudo, seu coração vazio, inquieto. Não era feliz. Procurou a felicidade em muitos lugares, mas não a encontrava. Seu coração inquieto não achava a verdade e a paz que desejava.